ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

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9 meses 3 semanas atrás #263 por Henry Mompean Orleans-Grimaldi (jonfonpa)
Escola Bíblica Dominical

Todos os domingos nos reuniremos para estudar sobre a Bíblia com especial enfoque na prática cristã. Estão todos convidados a partilhar conosco deste momento, sejam bem vindos.


Henry Mompean D’Orléans et Valois
Príncipe da França
Duque de Soissons
Conde de Mompean
Barão de Lille
Embaixador Francês
Comandante da Guarda Real Francesa
Secretário do Ministério da Relações Exteriores
Senador Real
Prefeito de Lille

Chanceler Oficial da Ordem da Mão de Ferro
Cavaleiro da S. Ordem Imperador Carlos Magno – S.O.I.C.M.
Medalha do Mérito da S. O. Militar Joana D´Arq – S.O.M.J.A.


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9 meses 3 semanas atrás #264 por Henry Mompean Orleans-Grimaldi (jonfonpa)
Fé & Obras: Ensino de Tiago Para uma Vida Cristã Autêntica


Neste trimestre estamos estudando a Epístola de Tiago, esta é um dos mais antigos escritos do Novo Testamento e um dos mais importantes textos bíblicos sobre a verdadeira vida de piedade. Simplesmente, nenhum outro texto no Novo Testamento é mais direto e enfático sobre a relação entre fé e as obras na vida do verdadeiro cristão.


Henry Mompean D’Orléans et Valois
Príncipe da França
Duque de Soissons
Conde de Mompean
Barão de Lille
Embaixador Francês
Comandante da Guarda Real Francesa
Secretário do Ministério da Relações Exteriores
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9 meses 3 semanas atrás #265 por Henry Mompean Orleans-Grimaldi (jonfonpa)
LIÇÃO I - Tiago: Fé que se mostra pelas obras


Introdução


A Carta de Tiago é a primeira do grupo de epístolas consideradas como escritos gerais. Tais epístolas recebem essa designação por não serem endereçadas especificamente a qualquer grupo que possa ser identificado de imediato.


Autor

Tiago, irmão do Senhor. Esta tem sido a teoria mais corrente em relação à autoria desta Carta. Paulo destaca como apóstolo (Gl 1.19¹), um homem que era considerado um dos pilares da igreja.


Data

A carta de Tiago já recebeu diversas propostas de datação. Esta tem sido determinada por alguns especialistas como tendo sido escrita em 45 ou 62 A.C.


Destinatários

O autor da carta indica que seus destinatário são as "12 tribos que estão dispersas". Como os judeus foram os primeiros convertidos a fé cristã, principalmente porque o evangelho de Jesus foi primeiramente pregado a eles, e a Igreja Primitiva teve sua origem em Jerusalém, não é difícil entender que esse escrito teria sido inicialmente para eles, mas isso não exclui a possibilidade de os gentios estarem sendo posteriormente incluídos nos sermões dessa epístola.


Local

Jerusalém tem sido considerada o local de confecção desta carta, apesar de ela mesma não trazer qualquer indicação de que sido escrita lá.


Propósitos

A Epístola de Tiago é a menos doutrinária e ais prática de todos os livros do Novo Testamento. É um verdadeiro manual de conduta cristã, o que não diminui em nada o seu valor diante dos textos considerados mais teológicos. Isso deve deter nossa atenção de forma peculiar. Não raro, somos confrontados não por nosso pensamento teológico, mas pela nossa prática cotidiana.

Pensamento teológico correto é desejável, mas a prática correta dos preceitos bíblicos é mais importante. Um pensamento teológico estéril será manifesto em uma vida estéril de boas obras.


Atualidade da Carta de Tiago


A Carta de Tiago é uma obra para os nossos dias. Se observarmos a ênfase que o escritor dá em seus breves sermões, perceberemos que a Igreja do século XXI se encaixa devidamente como leitora e destinatária, da mesma forma que a igreja do século I.

Este é o panorama da Epístola de Tiago. Nos próximos domingos abordaremos mais detalhadamente os assuntos desta carta tão atual e necessária para a igreja cristã.



  • 1 - "Não vi nenhum dos outros apóstolos, a não ser Tiago, irmão do Senhor." (Gl 1.19) - Bíblia James King Atualizada

  • Henry Mompean D’Orléans et Valois
    Príncipe da França
    Duque de Soissons
    Conde de Mompean
    Barão de Lille
    Embaixador Francês
    Comandante da Guarda Real Francesa
    Secretário do Ministério da Relações Exteriores
    Senador Real
    Prefeito de Lille

    Chanceler Oficial da Ordem da Mão de Ferro
    Cavaleiro da S. Ordem Imperador Carlos Magno – S.O.I.C.M.
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    9 meses 3 semanas atrás #266 por Henry Mompean Orleans-Grimaldi (jonfonpa)
    CAPÍTULO II – O propósito da tentação


    Introdução


    Por estar escrevendo às doze tribos dispersas, como descrito no primeiro versículo do capítulo 1 de Tiago, provavelmente esta epístola se endereçava aos cristãos judeus que se encontravam espalhados entre as nações devido à primeira onda de perseguição ao Cristianismo no início da Igreja Primitiva. O primeiro assunto que o bispo de Jerusalém trata em sua epístola é justamente a provação. Mais especificamente, ao dirigir-se a seu rebanho disperso, o apóstolo Tiago demonstra sua preocupação com a necessidade de esses cristãos entenderem corretamente o propósito das aflições pelas quais estavam passando bem como o posicionamento que deveriam ter diante dessas terríveis intempéries. E ao fazê-lo, ela apresenta, resumidamente, o significado da provação na vida dos filhos de Deus.

    Leitura Bíblica em Classe


    Tiago 1. 1-15



    1Tiago, servo de Deus e do Senhor Jesus Cristo, às doze tribos dispersas entre as nações: Saudações. Como atravessar as provações. 2. Meus amados irmãos, considerai motivo de júbilo o fato de passardes por diversas provações. 3. Porquanto sabeis que a prova da vossa fé produz ainda mais perseverança. 4. E a perseverança deve ter plena ação, a fim de que sejais aperfeiçoados e completos, sem que vos falte virtude alguma. Como ganhar sabedoria. 5. Se algum de vós tem falta de sabedoria, roga a Deus, que a todos concede liberalmente, com grande alegria. 6. Todavia, peça-a com fé, sem qualquer sombra de dúvida, pois quem crê com reservas é semelhante à onda do mar, agitada e levada pelos ventos. 7. Não imagine tal pessoa que assim receberá coisa alguma do Senhor, 8. pois é vacilante e inconstante em todos os seus caminhos. Tudo passa, e passa depressa. 9. Contudo, o irmão de condição humilde deve gloriar-se em sua dignidade. 10. O irmão rico deve orgulhar-se em sua pequenez, pois ele também “passará como a erva do campo”. 11. Porque o sol se levanta com seu calor intenso e seca a planta; cai, então, a sua flor, e toda a sua beleza e glória desvanecem. Da mesma forma, o rico definhará em meio a seus muitos compromissos. Provação e tentação se diferem. 12. Feliz a pessoa que persevera na provação, porquanto, após ter sido aprovada, receberá o prêmio da coroa da vida, que Deus prometeu aos que o amam. 13. Entretanto, ninguém ao ser tentado deverá dizer: “Estou sendo tentado por Deus”. Ora, Deus não pode ser tentado pelo mal, e a nenhuma pessoa tenta. 14. Cada um, porém, é tentado pelo próprio mau desejo, sendo por esse iludido e arrastado. 15. Em seguida, esse desejo, tendo concebido, faz nascer o pecado, e o pecado, após ter se consumado, gera a morte. Deus nos gerou para abençoar.


    O propósito da provação na vida do cristão



    A afirmação que abre este primeiro bloco de versículos sobre o tema da Epístola de Tiago expressa contundentemente algumas verdade sobre as provações um tanto esquecidas hoje em dia por muitos cristãos. Antes, porém, de mergulharmos nas verdades nele contidas, é preciso entender corretamente o que Tiago quer dizer quando fala de “tentações” aqui.

    O vocábulo grego que aparece no original dessa passagem para “tentações” é Peirasmos, eu significa literalmente “prova”, “provação” ou “teste”. O termo sugere uma situação difícil, uma pressão dolorosa, em suma, trás a ideia de uma situação aflitiva.

    Esclarecido isso, vamos agora às lições extraordinárias que essa declaração inicial de Tiago nos traz.

    Em primeiro lugar, essa afirmação do apóstolo implica que o cristão passa, sim, por dificuldades. Isso coaduna com o que Jesus já havia dito a seus discípulos, que no mundo teríamos aflições.

    Em segundo lugar, diferentemente do que a maioria esmagadora dos seres humanos faz diante das aflições, a afirmação de Tiago deixa claro que devemos reagir a elas com alegria e não desolação. O célebre teólogo Matthew Henry ressalta brilhantemente a razão mais óbvia para essa reação cristã: “Não devemos afundar numa disposição mental triste e desconsolada, que no faria desfalecer nas provações, mas precisamos nos empenhar em manter o nosso espírito elevado e firme para melhor discernir a nossa situação; e para maior vantagem nossa, devemos empenhar-nos em fazer o melhor dela”.

    Sim, os cristãos podem ter “grande alegria” em meio as aflições. Mas, como isso é possível? Como o Cristianismo ensina o cristão a se alegrar em meio as dificuldades? A explicação de Tiago está nos versículos 3 e 4: o entendimento do propósito das provações leva o crente a ver suas adversidade como oportunidades para seu crescimento, amadurecimento e fortalecimento espirituais.


    A origem das tentações



    No segundo bloco de versículo sobre as provações o vocábulo para tentações é também Peirasmos. Tiago é claro quanto a origem das tentações. Ele declara eu elas não provém de Deus (v.13) e também não faz nenhuma referência a elas procederem diretamente do Diabo ou do mundo. O apóstolo assevera que a tentação tem a sua origem, na verdade, no próprio ser humano, em sua natureza pecaminosa. Ou seja, o mundo e o Diabo são apenas agentes indutores externo da tentação.

    Entendido isso, percebemos que as tentações, na verdade, não exercem alguma força sobre a pessoa para fazê-la cair, mas apenas revelam a natureza interior da pessoa.

    Finalmente, é importante frisar que ser tentado não é pecado, pecado é ceder a tentação.

    Que Deus possa trazer ao coração de cada um o discernimento necessário.

    Henry Mompean D’Orléans et Valois
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    9 meses 3 semanas atrás #267 por Henry Mompean Orleans-Grimaldi (jonfonpa)
    CAPÍTULO III - A importância da sabedoria


    Introdução


    A palavra "sabedoria" tem uma importância especial para o cristão. Como servos de Deus, somos chamados por Ele para uma vida que espelhe decisões e práticas advindas de uma sabedoria espelhada na sabedoria divina.


    Leitura Bíblica em Classe

    Tiago 1. 5


    5. Se algum de vós tem falta de sabedoria, roga a Deus, que a todos concede liberalmente, com grande alegria.


    A Necessidade de Pedir Sabedoria a Deus


    Tiago enxerga a sabedoria como sendo uma necessidade para as pessoas, mas faz questão de mostrar os tipos de sabedoria que podemos encontrar a nossa volta. Para o apóstolo, mais do que ter, ou não, sabedoria, é imprescindível saber a quem pedir, é preciso saber utilizá-la.


    Tipos de Sabedoria Identificados por Tiago


    Quando tratamos da expressão “sabedoria” e de suas implicações, devemos reconhecer que há pelo menos três tipos de sabedoria: a maligna, a humana e a divina.

    O ser humano foi dotado de uma capacidade própria de demonstrar sabedoria em diversas esferas. Somos capazes de trabalhar e aprender a guardar recursos financeiro a fim de serem utilizados em ocasiões propícias, para realizar um sonho, estudar ou fazer uma viagem, mas também podemos trabalhar e esgotar esses mesmos recursos sem nos preocuparmos de forma responsável com o futuro. Esses traços envolvem a capacidade de raciocinar e tomar decisões, o que sem dúvida requer discernimento. Essas são características da sabedoria humana.

    Satanás tem a sua própria sabedoria? É preciso lembrar que a expressão sabedoria deve ser entendida como sendo capacidade de pensar, tomar decisões e influenciar pessoas. Logo, sim, e ele usa desta sempre com o intento de destruir aqueles que servem a Deus.


    Deus dá sabedoria



    Uma das características de Deus apresentadas por Tiago é inerente a sua bondade. Deus dá generosamente a sabedoria necessária para que possamos viver neste mundo de forma que o agrademos e sejamos também referenciais para as pessoas que nos cercam.

    Não é incomum que nos aproximemos de Deus para pedir benção. Não é errado desejar ser abençoado por Deus, pois mesmo as pessoas que não tem em Jesus o seu Senhor desejam igualmente receber bençãos dos céus. Pois bem, se cremos que Deus pode nos abençoar, por que não pedimos a Deus por sabedoria?


    Quando oramos de acordo com a vontade de Deus, temos a certeza de que receberemos respostas às nossas orações e uma dessas respostas sem dúvida é a sabedoria como um presente divino.


    A sabedoria precisa ser praticada


    Um talento não utilizado pode se perder com o tempo. Da mesma forma, se recebemos um presente de Deus, devemos utilizá-lo para a glória dEle, e isso inclui a sabedoria. A sabedoria não é um presente que recebemos para ficar guardada, mas para ser disponibilizada por meio de nossas atitudes.


    Que Deus possa trazer ao coração de cada um o discernimento necessário.

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    9 meses 3 semanas atrás #269 por Henry Mompean Orleans-Grimaldi (jonfonpa)
    CAPÍTULO IV - Riqueza e Pobreza

    Introdução

    A Epístola de Tiago apresenta, ainda nos primeiros versículos do seu primeiro capítulo, outros importantes temas. Um deles consiste em um esclarecimento sobre a forma como o cristão deve encarar a pobreza e a riqueza.


    Leitura Bíblica em Classe
    Tiago 1.9-11


    9.O irmão, porém, de condição humilde glorie-se na sua dignidade, 10. e o rico, na sua insignificância, porque ele passará como a flor da erva. 11. Porque o sol se levanta com seu ardente calor, e a erva seca, e a sua flor cai, e desaparece a formosura do seu aspecto; assim também se murchará o rico em seus caminhos.


    A transitoriedade dos bens


    As condições sociais são enfatizados pelo apóstolo como circunstâncias transitórias da vida, como situações passageiras, porquanto terrenas, e também como conjunturas às quais o cristão deve aprender a estar sempre satisfeito.


    Satisfação na riqueza ou na pobreza


    Os versículos 9 e 10 do primeiro capítulo da Epístola simplesmente jogam por terra tanto a teologia da Pobreza, que advoga que a riqueza é pecado, quanto a da prosperidade, que afirma que a pobreza é pecado.


    Rico ou pobre, o cristão deve ser sempre humilde e temperante, aprendendo a ser contente e satisfeito em todas as situações da vida. Em 1 Timóteo 6.8, o Apóstolo Paulo diz: " Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes."


    Pobreza ou riqueza não são atestados se saúde espiritual


    A não ser em casos específicos, em que o juízo de Deus se abate sobre uma pessoa, ser pobre ou rico não tem nada a ver com condição espiritual. Há ímpios pobres e há ímpios muito ricos, assim como há servos de Deus ricos e pobres.


    O mal do amor ao dinheiro


    O que a Bíblia classifica como mal não é a riqueza, mas o amor ás riquezas, a confiança depositada nelas.


    Quando Jesus citou a metáfora do camelo no fundo da agulha, não se tratava de impossibilidade, mas de dificuldade, porque o ser humano tende a valorizar mais o material do que o espiritual. Jesus não ensinou que para nos mantermos firmas espiritualmente devemos ser avessos a qualquer tipo de desejo de prosperar financeiramente.


    O Apóstolo Paulo não dá recomendação aos cristãos ricos que deixem de ser ricos, mas que sejam uma benção como ricos, é assevera que o dinheiro não é a raiz de todos os males, mas, sim, o amor a ele, como se vê em 1 Timóteo 6.10:
    "Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores".


    A transitoriedade das riquezas


    O apóstolo Tiago, após mencionar que tanto o rico quanto o pobre cristãos devem se alegrar em meio às circunstâncias, destaca ainda, no caso do rico, que ele deve lembrar de que as riquezas são passageiras. Logo, se as riquezas são passageiras, não devemos nos apegar a elas, não devemos supervaloriza--las.


    O sentido e a alegria de nossas vidas não devem ser fundamentados em bens materiais, mas na solidez e perfeição dos valores divinos.

    Que Deus possa trazer ao coração de cada um o discernimento necessário. Até a próxima semana, Deus abençoe.

    Henry Mompean D’Orléans et Valois
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