ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

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2 meses 3 dias atrás #915 por Henry Mompean Orleans-Grimaldi (jonfonpa)
LIÇÃO 4: A leitura devocional da Bíblia

TEXTO ÁUREO
"Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra"

2 Timóteo 3.16,17




LEITURA BÍBLICA EM CLASSE



2 Pedro 1.16-21.





16 - Porque não vos fizemos saber a virtude e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas artificialmente compostas, mas nós mesmos vimos a sua majestade,

17 - porquanto ele recebeu de Deus Pai honra e glória, quando da magnífica glória lhe foi dirigida a seguinte voz: Este é o meu Filho amado, em quem me tenho comprazido.

18 - E ouvimos esta voz dirigida do céu, estando nós com ele no monte santo.

19 - E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia esclareça, e a estrela da alva apareça em vosso coração,

20 - sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação;

21 - porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.


INTRODUÇÃO


Neste domingo, veremos por que a leitura da Bíblia é-nos tão imprescindível e vital. Aliás, mais imprescindível do que o ar que respiramos e mais vital do que o pão que nos sustenta (Dt 8.3). Tem você a necessária disciplina para ler e estudar a Bíblia? Faz-se a Palavra de Deus parte de seu cotidiano? (Sl 119.97). Ou ela já se perdeu entre os livros de sua estante?

O QUE É A BÍBLIA


Definição.


A definição mais simples, porém direta e forte, que encontramos das Escrituras Sagradas é esta: A Bíblia é a inspirada e inerrante Palavra de Deus. Infelizmente, nem todos os teólogos aceitam a ortodoxia deste conceito; alegam que, neste, há um desconcertante simplismo. Todavia, encontra-se esta definição isenta do erro dos liberais e livre das sutilezas dos neo-ortodoxos.

A posição liberal.

Os liberais sustentam que a Bíblia apenas contém palavras de Deus, mas não é a Palavra de Deus. Outros liberais vão mais longe: asseveram que a Bíblia não é nem contém a Palavra de Deus; não passa de um livro qualquer.

A posição neo-ortodoxa.

Já os neo-ortodoxos lecionam: a Bíblia torna-se a Palavra de Deus à medida que, alguém, ao lê-la, tem um encontro experimental com o Senhor Jesus. Todavia, quer o leitor da Bíblia curve-se quer não se curve ante os arcanos divinos, continuará a Bíblia a ser a Palavra de Deus.

A posição ortodoxa.

Os ortodoxos, porém, com base nas Sagradas Escrituras, asseveramos que a Bíblia é, de fato, a Palavra de Deus. Ela não se limita a conter a Palavra de Deus; ela é a Palavra de Deus. Ela também não se torna a Palavra de Deus; ela é e sempre será a Palavra de Deus (2 Tm 3.16).

AS GRANDES REIVINDICAÇÕES DA BÍBLIA


É de fundamental importância tenhamos sempre, no coração, as grandes reivindicações da Bíblia Sagrada: sua inspiração, inerrância, infalibilidade, soberania e completude.

1) A inspiração da Bíblia. Já que a Bíblia é a Palavra de Deus, sua inspiração não é comum nem vulgar; é singular e única, porquanto inspirada pelo Espírito Santo. As Escrituras mesmas reconhecem sua divina inspiração (2 Tm 3.16; 2 Pe 1.21).

2) A inerrância da Bíblia. Inspirada divinamente, há que se concluir: a Bíblia acha-se, em termos absolutos e infinitos, isenta de erros. Nela, não encontramos a mínima inexatidão quer histórica, quer geográfica, seja teológica seja doutrinária (Sl 19.7; 119.140).

3) A infalibilidade da Bíblia. A Bíblia não é apenas inerrante; é também infalível. Tudo o que o Senhor prometeu-nos, em sua Palavra, cumpre-se absolutamente. Entretanto, há teólogos que alegam defender a infalibilidade da Bíblia, mas lhe rejeitam a inerrância. Ora, como podemos considerar algo infalível se é errante? Sua errância, por acaso, não virá a contraditar-lhe, inevitavelmente, a infalibilidade?

Quanto a nós, reafirmamos: tanto a inerrância quanto a infalibilidade da Bíblia são incontestáveis (Dt 18.22; 1 Sm 3.19; Mc 13.31; At 1.3).

4) A soberania da Bíblia. Evangélicos e herdeiros da Reforma Protestante, confessamos ser a Bíblia a autoridade suprema em matéria de fé e prática (Is 8.20; 30.21; 1 Co 14.37). Isto significa que encontra-se a Bíblia acima das tradições e primados humanos; ela é a inquestionável e absoluta Palavra de Deus.

5) Completude da Bíblia. O Apocalipse encerrou, definitiva e irrecorrivelmente, o cânon da Bíblia Sagrada; nenhuma subtração, ou adição, está autorizada à Palavra de Deus (Ap 22.18-21). Portanto, não se admite quaisquer escrituras, profecias, sonhos ou visões que, arrogando-se palavra de Deus, reivindique autoridade semelhante ou superior a Bíblia.

COMO LER A BÍBLIA

Afirmou com muita precisão o teólogo Martin Anstey "A qualificação mais importante exigida do leitor da Bíblia não é a erudição, mas sim a rendição; não a perícia, mas a disposição de ser guiado pelo Espírito de Deus". Estudemos, pois, a Palavra de Deus, conscientes de que o Senhor continua a falar-nos hoje como outrora falava a Israel e à Igreja Primitiva. Devemos, por conseguinte:

Amar a Bíblia.

Nossa primeira atitude em relação à Bíblia é amá-la como a inspirada Palavra de Deus. Declara o salmista todo o seu amor às Escrituras: "Oh! Quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia" (Sl 119.97).
Ter fome da Bíblia.Se tivermos fome pela Bíblia, haveremos de lê-la todos os dias. Se é penoso passar sem o pão de cada dia, como privar-se do alimento que nos vem diretamente do Espírito de Deus - as Sagradas Escrituras? O profeta Ezequiel, tão logo encontra a Palavra de Deus, come-a (Ez 3.3).

Guardar a Bíblia no coração.

Ao cantar as belezas da Palavra de Deus, o salmista confessa ternamente: "Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti" (Sl 119.11). Os leitores periféricos da Bíblia lêem-na, mas dela se esquecem. Não assim o suave cantor de Israel; mesmo fechando-a depois de seu devocional, abria-a em seu coração.

Falar continuamente das grandezas singulares da Bíblia.

Eis o que Moisés prescreve aos filhos de Israel, a fim de que estes jamais venham a se esquecer dos mandamentos do Senhor: "Estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; e as intimarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por testeiras entre os teus olhos. E as escreverás nos umbrais de tua casa e nas tuas portas" (Dt 6.6-9).

OS EFEITOS DA BÍBLIA EM NOSSA VIDA


Quanto mais lermos a Bíblia, mais sábios nos tornaremos.


Ela orienta-nos em todos os nossos caminhos; consola-nos quando nenhum consolo humano é possível; mostra-nos a estrada do Calvário e leva-nos ao lar celestial.

A Bíblia dá-nos sabedoria.


"Os teus mandamentos me fazem mais sábio que os meus inimigos; porque, aqueles, eu os tenho sempre comigo" (Sl 119.98 - ARA).

A Bíblia dá-nos a orientação segura.

"Tu és a minha rocha e a minha fortaleza; [...] guia-me e encaminha-me" (Sl 31.3).

A Bíblia dá-nos o necessário consolo.

"Isto é a minha consolação na minha angústia, porque a tua palavra me vivificou" (Sl 119.50).

A Bíblia dá-nos a provisão de salvação.

"Desfalece-me a alma, aguardando a tua salvação; porém espero na tua palavra" (Sl 119.81 - ARA).

A Bíblia leva-nos ao lar celeste.

No encerramento do cânon sagrado, somos revigorados com a viva esperança de, um dia, virmos a tomar posse da Cidade Santa (Ap 22.18-20).

CONCLUSÃO



Tem você lido regularmente a Bíblia? Ela é o seu consolo? Ou não passa a Palavra de Deus de um simples acessório em sua estante? É hora de nos voltarmos, com mais empenho e amorosa dedicação, ao Livro de Deus.

Henry Mompean D’Orléans et Valois
Duque Consorte de Gandia
Príncipe da França
Duque de Soissons
Conde de Mompean
Barão de Lille

Administrador Geral da Região de Navarra

Embaixador Francês
Comandante da Guarda Real Francesa
Vice-Chanceler
Senador Real
Prefeito de Lille

Chanceler Oficial da Ordem da Mão de Ferro
Cavaleiro da S. Ordem Imperador Carlos Magno – S.O.I.C.M.
Medalha do Mérito da S. O. Militar Joana D´Arq – S.O.M.J.A.


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1 mês 3 semanas atrás #924 por Henry Mompean Orleans-Grimaldi (jonfonpa)
LIÇÃO 5: A sublimidade do culto cristão

TEXTO ÁUREO
"Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação"

1 Corintios 14.26




LEITURA BÍBLICA EM CLASSE



Colossenses 3.12-17.







12 - Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade,

13 - suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos uns aos outros, se algum tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.

14 - E, sobre tudo isto, revesti-vos de caridade, que é o vínculo da perfeição.

15 - E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos.

16 - A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais; cantando ao Senhor com graça em vosso coração.

17 - E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.



INTRODUÇÃO



"Quantas lágrimas verti, de profunda comoção, ao mavioso ressoar de teus hinos e cânticos em tua igreja! Aquelas vozes penetravam nos meus ouvidos e destilavam a verdade em meu coração, inflamando-o de doce piedade, enquanto corria meu pranto e eu sentia um grande bem-estar".

Estas palavras de Agostinho, o maior teólogo da cristandade ocidental, constrangem-nos a entrar, humilde e amorosamente, nos átrios do culto divino. Já na intimidade do trono da graça, é-nos impossível conter as lágrimas ao som dos hinários cristãos. E as intervenções celestes? E a exposição da Palavra? O que vem a ser, todavia, o culto cristão?


O QUE É O CULTO CRISTÃO

Diante do profundo significado da páscoa hebraica, as crianças israelitas indagavam a seus pais: "Que culto é este vosso?" (Êx 12.26). E os pais, adornados com a paciência tão própria dos filhos de Abraão, narravam-lhes os acontecimentos que deram origem à páscoa. Estaremos nós também aparelhados a explicar aos nossos filhos a importância do culto cristão?

Definição etimológica.


A palavra culto é originária do vocábulo latino "culto", e significa adoração ou homenagem que se presta ao Supremo Ser. No grego, temos duas palavras para culto: "latréia", significando adoração; e: "proskynēo", reverenciar, prestar obediência, render homenagem.


Definição teológica.


O culto é o momento da adoração que tributamos a Deus; marca o encontro do Supremo Ser com os seus adoradores. Eis porque, durante o seu transcurso, cada membro da congregação deve sentir-se e agir como integrante dessa comunidade de adoração - a Igreja de Cristo.


OBJETIVOS DO CULTO PUBLICO CRISTÃO


Afirmou o reformador francês João Calvino: "O primeiro fundamento da justiça é, sem dúvida, a adoração a Deus". Justificados pela fé em Nosso Senhor Jesus Cristo, não podemos fugir à nossa responsabilidade; devemos reunir-nos, periodicamente, a fim de cultuá-Lo, em espírito e verdade.

Vejamos, pois, os objetivos do culto público cristão.

Levar-nos a reconhecer a Deus como o nosso Criador e Mantenedor de tudo quanto existe.

Atentemos à convocação do salmista: "Celebrai com júbilo ao Senhor, todos os moradores da terra. Servi ao Senhor com alegria e apresentai-vos a ele com canto. Sabei que o Senhor é Deus; foi ele, e não nós, que nos fez povo seu e ovelhas do seu pasto" (Sl 100.1-3).

Instigar nos a agradecer a Deus como o nosso Salvador através de Cristo.


Assim reconhece o profeta a sua dependência do Redentor: "Eu me alegrarei no Senhor, exultarei no Deus da minha salvação" (Hc 3.18).

Constranger-nos a nos humilhar diante de Deus como aquEle que, sempre presto, nos perdoa as iniqüidades.Deixa-nos o salmista este belo exemplo de ações de graças: "É ele que perdoa todas as tuas iniqüidades" (Sl 103.3).


Estimular nos a nos alegrarmos diante de Deus como aquEle que nos cura todas as enfermidades e que nos enche de benignidades.


Vejamos como o salmista induz-nos a celebrar o Senhor: "Quem redime a tua vida da perdição e te coroa de benignidade e de misericórdia; quem enche a tua boca de bens, de sorte que a tua mocidade se renova como a águia" (Sl 103.4,5).


O CULTO PARTICULAR E DOMÉSTICO A DEUS

Se o culto público é importante, o particular é imprescindível. Se não podemos estar no templo todos os dias, sempre é possível estar ao pé de Cristo, onde quer que estejamos.

O que é o culto particular a Deus.


É o meio de que dispomos para manter não somente a nossa comunhão com o Salvador, mas para vivermos uma existência repleta de regozijo espiritual. Leia, com muita atenção, a Epístola de Paulo aos Filipenses.

O culto doméstico é, de igual modo, uma devoção particular a Deus.

O culto doméstico.


A família que, unida, cultua a Deus, permanecerá unida seja na bonança seja nos temporais que nos ameaçam o frágil barquinho. Não podemos, sob hipótese alguma, desprezar a devoção em família para não fracassarmos como indivíduos. Tem você realizado o culto doméstico com regularidade e constância? Leia, neste momento, o Salmo 128, e veja o retrato de uma família que celebra o nome do Senhor.
Embora não haja uma liturgia prescrita às nossas devoções particulares e domésticas, é conveniente manter os seguintes elementos: oração, jejum, cânticos e leitura da Palavra de Deus com rápidos comentários.


COMPONENTES DO CULTO CRISTÃO


A liturgia da Igreja Primitiva, ao contrário do culto levítico, era simples e pentecostal. Os dons espirituais faziam parte dos serviços, e não se estranhava quando alguém manifestava-se noutras línguas; eram estas interpretadas, exortando, consolando, edificando os fiéis, e descobrindo os corações aos incrédulos.

Em pelo menos três ocasiões, o apóstolo Paulo refere-se aos elementos que acompanhavam o culto da Igreja Primitiva.

Aos coríntios.


Deixa Paulo bem patente, aos irmãos de Corinto, que os atos litúrgicos devem ser usados para a edificação: "Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação" (1 Co 14.26).

Aos colossenses.

Já aos colossenses, realça ele os cânticos na adoração cristã: "Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração" (Cl 3.16 - ARA).

Aos efésios.

Finalmente aos efésios, mostra o apóstolo que a liturgia é um eficiente meio da graça para enlevar a espiritualidade (Ef 5.18-21).

Elementos do culto cristão.

Embora não siga necessariamente esta ordem, aqui estão os elementos do culto cristão: doutrina, revelação, línguas estranhas e interpretação, salmos, hinos, cânticos espirituais e ações de graças.


ATITUDES NO CULTO CRISTÃO



Com que me apresentarei diante do Senhor? Eis a pergunta que o escritor sacro endereça ao Todo-Poderoso. Vejamos algumas coisas a serem observadas quando entrarmos na Casa de Deus para cultuá-Lo:

Reverência e profundo temor.

"Guarda o teu pé, quando entrares na Casa de Deus; e inclina-te mais a ouvir do que a oferecer sacrifícios de tolos, pois não sabem que fazem mal" (Ec 5.1).

Alegria e regozijo.

"Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do Senhor!" (Sl 122.1).

Predisposição e discernimento espirituais.


"Acordado, pois, Jacó do seu sono, disse: Na verdade o Senhor está neste lugar, e eu não o sabia. E temeu e disse: Quão terrível é este lugar! Este não é outro lugar senão a Casa de Deus; e esta é a porta dos céus" (Gn 28.16,17).


Espírito de oração e súplicas.


Aflita, a mãe do profeta Samuel entrou na casa do Senhor e, ali, derramou a sua alma: "Ela [Ana], pois, com amargura de alma, orou ao Senhor e chorou abundantemente" (1 Sm 1.10).


Espírito de louvor e cânticos.

"Entrai por suas portas com ações de graças e nos seus átrios, com hinos de louvor; rendei-lhe graças e bendizei-lhe o nome" (Sl 100.4).

CONCLUSÃO



Tem você cultuado a Deus na beleza de sua santidade, como a Bíblia o requer? Cultuar a Deus não significa, meramente, ir à igreja; significa entrar no santuário divino com ações de graças como o fazia Davi. Não importa onde você esteja; adore a Deus.

Henry Mompean D’Orléans et Valois
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1 mês 2 semanas atrás #932 por Henry Mompean Orleans-Grimaldi (jonfonpa)
Lição 6: O serviço cristão

TEXTO ÁUREO
"Trabalhai, porque eu sou convosco, diz o SENHOR dos Exércitos"

Ageu 2.4




LEITURA BÍBLICA EM CLASSE



Romanos 12.1-8.








1 - Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.

2 - E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.

3 - Porque, pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não saiba mais do que convém saber, mas que saiba com temperança, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um.

4 - Porque assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma operação,

5 - assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros.

6 - De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada: se é profecia, seja ela segundo a medida da fé;

7 - se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino;

8 - ou o que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com cuidado; o que exercita misericórdia, com alegria.


INTRODUÇÃO



Trabalhar para Cristo, como a Bíblia o requer, significa tributar-lhe toda a nossa afeição e amor. Ao discorrer sobre a importância do serviço cristão, o pastor inglês, Matthew Henry, mostra-se mais do que claro; faz-se categórico e firme: "Se o trabalho é feito em nome de Cristo, a honra é devida ao nome dele".

Tem você se esforçado pelo Reino de Deus? Quantas almas já ganhou este ano para Jesus? Você contribui para a Obra Missionária e para o Serviço de Assistência Social? Lembre-se destas palavras de Agostinho: "Deus não se torna maior se você o reverencia, mas você se torna maior se o serve". Mas, afinal, o que é o Serviço Cristão?


O QUE É O SERVIÇO CRISTÃO


Alguém afirmou, certa feita, que nada há sem importância no serviço de Deus. Aos olhos do Rei, tanto é importante aquele que leva o Evangelho aos tribais das selvas amazônicas, como aquele que se põe a falar da mensagem da cruz ao vizinho; acham-se ambos comprometidos com o serviço cristão (At 10.21-48; 13.1-3).

Definição.

Serviço Cristão é o trabalho que, amorosa e sacrificalmente, consagramos a Deus, visando a expansão de seu Reino até aos confins da terra, no poder e unção do Espírito Santo (At 1.8).

Conceito teológico.

O Serviço Cristão não é apenas prática; é doutrina e teologia; encontra-se fundamentado nas Escrituras Sagradas e na experiência histórica da Igreja. Por conseguinte, é-nos permitido afirmar que o Serviço Cristão é a teologia em ação. Leia reflexivamente a Epístola de Paulo aos Filipenses.


AS BASES DOUTRINÁRIAS DO SERVIÇO CRISTÃO


Se o ser humano nasceu para o trabalho, como diz Jó, como fugiremos nós ao serviço cristão? Conheçamos, pois, as suas bases.


No Antigo Testamento.


O Senhor Deus não criou o ser humano para a ociosidade (Gn 1.26). O trabalho, por conseguinte, não pode ser visto como punição; é uma dádiva dos céus; enobrece-nos, fazendo-nos cooperadores de Deus (1 Co 3.9). Martinho Lutero, referindo-se à sua importância, é convincentemente claro: "O simples ordenhar de vacas pode ser feito para a glória de Deus".

Amorosamente afeiçoados às lidas divinas, os homens de Deus sempre operaram no campo do impossível. Chamado para ser o pai dos que crêem, deixou Abraão a sua terra natal, e foi em busca da formosa herança (Gn 12.1-3). Moisés, já intimado por Deus para libertar Israel do Egito, não vacilou; enfrentou a ira do Faraó e transpôs o Mar Vermelho com as tribos do Senhor (Ex 3.1-10; 14.15-26). E Josué? Sentindo o peso de sua vocação, tomou a terra de Canaã (Js 1.1-9).

De igual modo, convocou Deus os juízes, os reis, os justos e os profetas; todos com a missão de alargar as fronteiras do seu Reino. Leia Hebreus 11, onde se acham narrados os grandes feitos dos heróis que, ousada e amorosamente, acreditaram nas promessas divinas.


No Novo Testamento.


Foi o Senhor Jesus o primeiro servo de Deus no Novo Testamento; sua encarnação representou o serviço dos serviços ao Pai Celeste. Tomando nossa forma, fez-se servo de todos, embora de tudo Senhor (Fp 2.5-11). Aliás, em Isaías é tratado como o Servo de Jeová (Is 53.11). No Evangelho, é o laborioso obreiro (Jo 5.17).

Mais tarde, convoca os discípulos (Jo 1.35-51). Com o avanço da obra evangelística, o Senhor, já ressurreto, constrange Paulo a que ingresse nesta peleja. E, assim, o apóstolo, deixando Antioquia, chega ao ponto mais extremo do mundo de então, anunciando intrepidamente o Evangelho de Cristo sem impedimento algum (At 28.31). A partir daí, vem o Senhor compelindo os obreiros à sua Seara. Sempre denodados, prosseguem eles no Serviço Cristão até que o Rei dos reis e Senhor dos senhores venha nos buscar (Jo 9.4).


OS OBJETIVOS DO SERVIÇO CRISTÃO



Sempre preocupado com o Serviço Cristão, afirmou J. H. Jowett: "O ministério que nada custa, nada realiza". Como discordar do irmão Jowett? Os objetivos do Serviço Cristão, na difusão universal do Evangelho de Cristo, são mui amorosos e abrangentes.

Adorar a Deus.

O autor do Apocalipse registra esta convocação, a fim de que todos adoremos a Deus na beleza de sua santidade: "Temei a Deus e dai-lhe glória, porque vinda é a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas" (Ap 14.7).

Não há trabalho tão elevado como adorar a Deus. A palavra culto, em inglês, é representada pelo vocábulo service; significa este tanto um culto quanto um préstimo, obséquio ou ocupação.

Pregar o Evangelho.

Antes de ascender aos céus, o Senhor Jesus comissiona os discípulos a pregar o Evangelho até aos confins da terra: "É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém!" (Mt 28.18,19).

Exercer o magistério eclesiástico.

Notemos como é importante a Educação Cristã: "Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra" (2 Tm 3.16,17). Por conseguinte, temos de nos dedicar ardentemente ao ensino sistemático e ordenado da Palavra de Deus.

Visitar os santos em suas necessidades.

É o que nos recomenda o enérgico Tiago: "A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e guardar-se da corrupção do mundo" (Tg 1.27).

Tem você se dedicado ao serviço de assistência social? Se você realmente adora a Deus, haverá de socorrer os irmãos em suas necessidades e tribulações. Não podemos esquecer-nos de nossas responsabilidades sociais. O mesmo Deus que nos conclama a evangelizar, requer ajudemos nós os domésticos na fé.


CONCLUSÃO



Se não nos dedicarmos integral, sacrifical e amorosamente ao Serviço Cristão, como nos haveremos ante o Tribunal de Cristo? Exige Ele de cada um de seus filhos não somente que se envolva, mas principalmente que se comprometa com a divulgação do Evangelho até aos confins da terra.

O Senhor Jesus foi, em todas as coisas, um singular exemplo de serviço. Porque, então, como seus discípulos, não nos dedicamos também ao Serviço Cristão?

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1 mês 2 semanas atrás #941 por Henry Mompean Orleans-Grimaldi (jonfonpa)
Lição 7: Dízimos e ofertas – Uma disciplina abençoadora

TEXTO ÁUREO
"Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança"

Malaquias 3.10




LEITURA BÍBLICA EM CLASSE



Romanos 12.1-8.






Malaquias 3.7-12.


7 - Desde os dias de vossos pais, vos desviastes dos meus estatutos e não os guardastes; tornai vós para mim, e eu tornarei para vós, diz o Senhor dos Exércitos; mas vós dizeis: Em que havemos de tornar?

8 - Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas alçadas.

9 - Com maldição sois amaldiçoados, porque me roubais a mim, vós, toda a nação.

10 - Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós uma bênção tal, que dela vos advenha a maior abastança.

11 - E, por causa de vós, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; e a vide no campo não vos será estéril, diz o Senhor dos Exércitos.

12 - E todas as nações vos chamarão bem-aventurados; porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o Senhor dos Exércitos.


INTRODUÇÃO



Ao descrever as bênçãos decorrentes do dízimo, afirmou J. Blanchard: "O dízimo não deve ser um teto em que paramos de contribuir, mas um piso a partir do qual começamos". Não há como discordar do irmão Blanchard. Infelizmente, muitos são os que, menosprezando esta tão rica disciplina espiritual, longe estão de experimentar a bênção da mordomia cristã.

Afinal, por que devo eu contribuir, financeiramente, com a Obra de Deus? Que benefícios espirituais obterei com os meus dízimos e ofertas? Em primeiro lugar, conscientize-se: as ofertas e os dízimos não lhe pertencem; a Deus pertencem. Não é Ele o dono da prata e do ouro? Então, dai a Deus o que é de Deus.


O QUE SÃO OS DÍZIMOS E OFERTAS



Definição.


Os dízimos e ofertas, entregues a Deus com ações de graças, são um dos maiores atos da devoção cristã: testemunham de que lhe reconhecemos o senhorio supremo e inquestionável sobre todas as coisas; e evidenciam que lhe aceitamos o império de sua vontade sobre todas as coisas que possuímos (1 Co 10.16).
Em nosso Dicionário Teológico, definimos assim o dízimo: "Oferta entregue voluntariamente à Obra de Deus, constituindo-se da décima parte da renda do adorador (Ml 3.10). O dízimo não tem valor mercantilista, nem pode ser visto como um investimento. É um ato de amor e de adoração que devotamos àquele que tudo nos concede. É uma aliança prática entre Deus e o homem. O que é fiel no dízimo, haverá de usufruir de todas as bênçãos que o Senhor reservou-nos em sua suficiência".


Mordomia cristã.


A entrega amorosa e voluntária do que possuímos a Deus é conhecida, também, como mordomia cristã. Ou seja: como seus mordomos, cabe-nos administrar, devocional e amorosamente, o que nos entregou Ele, visando o serviço de adoração, a expansão de seu Reino e o sustento dos mais necessitados.
A mordomia cristã, por conseguinte, é a administração de quanto recebemos do Senhor. Por isso requer-se de cada mordomo, ou despenseiro, que se mantenha fiel ao que Deus lhe confiou (1 Co 4.2).



ADORANDO A DEUS COM NOSSOS HAVERES



Vejamos por que os dízimos e ofertas são importantes.

Através das contribuições financeiras, honramos a Deus.

"Honra ao Senhor com a tua fazenda e com as primícias de toda a tua renda; e se encherão os teus celeiros abundantemente, e trasbordarão de mosto os teus lagares" (Pv 3.9,10).
Por meio das ofertas e dízimos, mostramos a Deus nossa alegria."Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria" (2 Co 9.7).

Por intermédio do dar, expomos a Deus um coração voluntário.

"Então, falou o Senhor a Moisés, dizendo: Fala aos filhos de Israel que me tragam uma oferta alçada; de todo homem cujo coração se mover voluntariamente, dele tomareis a minha oferta alçada" (Êx 25.1,2).


Através do ofertar, revelamos o nosso desprendimento.

"Porém o rei disse a Araúna: Não, porém por certo preço to comprarei, porque não oferecerei ao Senhor, meu Deus, holocaustos que me não custem nada. Assim, Davi comprou a eira e os bois por cinqüenta sidos de prata" (2 Sm 24.24).


A CONTRIBUIÇÃO NA BÍBLIA



A mordomia cristã, como devoção e adoração a Deus, não surgiu com o Cristianismo; é um ato que nasceu com o homem, e vem perpetuando-se ao longo da História Sagrada. Quer no Antigo quer no Testamento Novo, deparamo-nos com homens e mulheres que, afetuosamente, tudo entregavam ao Senhor, pois do Senhor tudo haviam recebido.

Antigo Testamento.

Embora a Bíblia não o registre, certamente ofereceu Adão ao Senhor não poucos sacrifícios, pois os seus descendentes imediatos o fizeram, certamente, imitando-lhe o gesto:

a) Abel.

Um dos mais perfeitos tipos de Nosso Senhor Jesus Cristo, ofereceu Abel um sacrifício a Deus: "E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas e da sua gordura; e atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta" (Gn 4.4).

b) Abraão.

Abraão foi o primeiro herói da fé, segundo o registro bíblico, a trazer os dízimos ao Senhor que, naquela oportunidade, era representado por Melquisedeque que lhe "trouxe pão e vinho; era sacerdote do Deus Altíssimo; abençoou ele a Abrão e disse: Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, que possui os céus e a terra; e bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus adversários nas tuas mãos. E de tudo lhe deu Abrão o dízimo" (Gn 14.18-20 - ARA).

c) Israel.Os filhos de Israel tinham por obrigação trazer os dízimos aos levitas, a fim de manter em perfeito funcionamento o serviço do santuário.

"Aos filhos de Levi dei todos os dízimos em Israel por herança, pelo serviço que prestam, serviço da tenda da congregação" (Nm 18.21 - ARA).

Novo Testamento.Ao contrário do que supõem muitos crentes, os dízimos não foram instituídos pela Lei de Moisés. Pois Abraão já o honrava com os seus dízimos. Vejamos, pois, como a Igreja de Cristo comportava-se diante da mordomia que nos entregou o Senhor.

a) Jesus não foi contra os dízimos, mas contra a hipocrisia dos que os traziam.

"Mas ai de vós, fariseus, que dizimais a hortelã, e a arruda, e toda hortaliça e desprezais o Juízo e o amor de Deus! Importava fazer essas coisas e não deixar as outras" (Lc 11.42).

b) Tipologicamente, Abraão entregou os dízimos a Cristo, já que Melquisedeque era da mesma ordem sacerdotal que o Nazareno.

"Porque este Melquisedeque, rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, que saiu ao encontro de Abraão, quando voltava da matança dos reis, e o abençoou, para o qual também Abraão separou o dízimo de tudo" (Hb 7.1,2 - ARA).

c) A Igreja Primitiva contribuía regularmente no primeiro dia da semana.


"No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que se não façam coletas quando eu for" (1 Co 16.2 - ARA).

d) Na Igreja Primitiva o dízimo era o referencial mínimo.

Eis o exemplo de Barnabé: "José, a quem os apóstolos deram o sobrenome de Barnabé, que quer dizer filho de exortação, levita, natural de Chipre, como tivesse um campo, vendendo-o, trouxe o preço e o depositou aos pés dos apóstolos" (At 4.36,37 - ARA).


CONCLUSÃO



Os dízimos e as ofertas, por conseguinte, devem ser trazidos a Deus não como uma penosa obrigação; devem ser entregues como um ato de ações de graças. Não agiam assim os santos do Antigo e do Novo Testamento? Mostremos, pois, ao Pai toda a nossa gratidão; ofertemos não para sermos abençoados, mas porque já fomos abençoados. O ofertar faz parte tanto do nosso culto público como individual.

Henry Mompean D’Orléans et Valois
Duque Consorte de Gandia
Príncipe da França
Duque de Soissons
Conde de Mompean
Barão de Lille

Administrador Geral da Região de Navarra

Embaixador Francês
Comandante da Guarda Real Francesa
Vice-Chanceler
Senador Real
Prefeito de Lille

Chanceler Oficial da Ordem da Mão de Ferro
Cavaleiro da S. Ordem Imperador Carlos Magno – S.O.I.C.M.
Medalha do Mérito da S. O. Militar Joana D´Arq – S.O.M.J.A.


Súdito da Coroa Francesa

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1 mês 6 dias atrás #950 por Henry Mompean Orleans-Grimaldi (jonfonpa)
Lição 8: O louvor que chega ao Trono da Graça

TEXTO ÁUREO
""Louvai ao Senhor com harpa, cantai a ele com saltério de dez cordas. Cantai-lhe um cântico novo; tocai bem e com júbilo"

Salos 33.2,3




LEITURA BÍBLICA EM CLASSE



Salmos 33.1-14.






1 - Regozijai-vos no Senhor, vós, justos, pois aos retos convém o louvor.

2 - Louvai ao Senhor com harpa, cantai a ele com saltério de dez cordas.

3 - Cantai-lhe um cântico novo; tocai bem e com júbilo.

4 - Porque a palavra do Senhor é reta, e todas as suas obras são fiéis.

5 - Ele ama a justiça e o juízo; a terra está cheia da bondade do Senhor.

6 - Pela palavra do Senhor foram feitos os céus; e todo o exército deles, pelo espírito da sua boca.

7 - Ele ajunta as águas do mar como num montão; põe os abismos em tesouros.

8 - Tema toda a terra ao Senhor; temam-no todos os moradores do mundo.

9 - Porque falou, e tudo se fez; mandou, e logo tudo apareceu.

10 - O Senhor desfaz o conselho das nações; quebranta os intentos dos povos.

11 - O conselho do Senhor permanece para sempre; os intentos do seu coração, de geração em geração.

12 - Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor, e o povo que ele escolheu para a sua herança.

13 - O Senhor olha desde os céus e está vendo a todos os filhos dos homens;

14 - da sua morada contempla todos os moradores da terra.



INTRODUÇÃO



Entoar louvores a Deus também faz parte das disciplinas da vida cristã. Aliás, o maior livro das Sagradas Escrituras é o de Salmos. No Saltério Hebreu, Davi, Asafe, Salomão, Moisés, os filhos de Jedutum e os de Corá, enaltecem sublime e altissonantemente o Deus de Israel. Quer lhe cantando os atributos, quer lhe cantando as obras, deixam mui claro que não há Deus como o de Israel.

O QUE É O CÂNTICO CONGREGACIONAL


Neste tópico, entraremos a ver duas coisas: a música sacra e o cântico congregacional.

A música sacra.

É a arte que, dispondo das ciências musicais e acústicas, das cordas vocais e de instrumentos músicos, tem por objetivo primacial enaltecer a Deus como o Criador e Mantenedor de todas as coisas através da harmonia, melodia e ritmo (1 Cr 16.23; Sl 96.1). Jubal foi o primeiro ser humano a interessar-se pela arte musical (Gn 4.21).

O cântico congregacional.


É a participação de toda a congregação dos fiéis nos hinos em louvor ao Todo-Poderoso. O cântico congregacional teve início com o rei Davi, segundo podemos depreender, da história do Filho de Jessé; atinge, porém, o auge no reinado de Salomão. O primeiro organizou os músicos e cantores em turnos e corais (1 Cr 23.1-26.32); o segundo sustentou-os, a fim de que o culto a Jeová fosse coroado de glória e divino resplendor (2 Cr 5.12-14).


OS FUNDAMENTOS DA MÚSICA SACRA



O preparo teológico dos músicos e compositores bíblicos.

Os compositores bíblicos foram notáveis teólogos. Autor do Salmo 90, foi Moisés o legislador dos hebreus e o maior profeta do Antigo Testamento (Dt 34.10). Quanto a Davi, considerado profeta do Senhor, compôs a maioria dos salmos (At 2.29,30). Já Salomão, seu filho, celebrado pelo mesmo Deus como o mais sábio dos homens, além de compor os cantares, os provérbios e o Eclesiastes, deixou-nos um belíssimo salmo (Sl 127; Pv 1.1).

No Salmo 73, Asafe louva ao Senhor tratando de um dificílimo problema existencial: "Por que sofrem os justos". Jeremias, por seu turno, inspirado pelo Espírito Santo, cantou as tristezas e desditas da Cidade Santa. E os poemas de Isaías e de Habacuque? O primeiro cantou os sofrimentos do Messias, retratando-lhe o ministério com vivas cores. Como não chorar ante o capítulo 53 de seu livro? Já o segundo mostra a alegria que deve acompanhar o servo de Deus nas adversidades e tribulações.

Qualificações de um músico verdadeiramente cristão.


De um músico sacro exige-se não somente a arte, mas principalmente a correção doutrinária; ele é o teólogo que verseja o conhecimento bíblico. Com singular habilidade, harmoniza e ritma a verdadeira teologia. Aliás, parte da hinódia cristã foi composta por doutores nas Escrituras como Ambrósio, Martinho Lutero e Charles Wesley.
Infelizmente, com o esfriamento do amor à Palavra de Deus, a música sacra é logo substituída por arremedos melódicos e heréticos.

A MÚSICA NO CRISTIANISMO PRIMITIVO



A Igreja de Cristo, desde o seu nascedouro, compreendeu perfeitamente a função da música em sua liturgia.

O exemplo do próprio Cristo (Mt 26.30).

Na noite de sua paixão, o Senhor Jesus cantou um hino, mostrando que, mesmo nos momentos mais difíceis e lutuosos é possível entoar louvores ao Pai Celeste. Que hino era aquele? Provavelmente um dos salmos messiânicos de Davi. O Salmo 22? Um dos hinos pascais? Embora não o saibamos, de uma coisa temos absoluta certeza. Jesus ensina-nos que a música, autenticamente sacra, faz parte de nossas disciplinas espirituais; por intermédio destas, edificamos o nosso caráter e fortalecemos a nossa fé.

A doutrina litúrgica de Paulo.Algumas vezes, confundimos liturgia com formalismo. Entre ambos, contudo, há abismais diferenças. Liturgia é o culto público que prestamos a Deus; formalismo, o culto que, embora belo, é destituído de seu real valor. Voltemos ao Novo Testamento. Sua liturgia era mui singela; entretanto, carregada de significados.

Quando nos reunimos, um tem salmo, outro apresenta cânticos espirituais e ainda outro, a doutrina cristã. E os dons espirituais? Este manifesta-se em línguas estranhas; aquele as interpreta. Este traz a revelação; aquele a palavra da ciência. Este a cura divina; aquele as maravilhas. Eis uma reunião verdadeiramente pentecostal.

Aliás, o apóstolo Paulo, à semelhança do Senhor Jesus, utilizava-se também, em suas devoções, a música sacra. Quando encarcerado em Filipos, de tal forma cantou juntamente com Silas, que o seu louvor a Deus veio a abalar os alicerces da prisão (At 16.25-31).

Tem você cantado ao Senhor?



CONCLUSÃO



É urgente voltarmos à música sacra. Deus merece (e reivindica) uma música de excelência.

Henry Mompean D’Orléans et Valois
Duque Consorte de Gandia
Príncipe da França
Duque de Soissons
Conde de Mompean
Barão de Lille

Administrador Geral da Região de Navarra

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Vice-Chanceler
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4 semanas 1 dia atrás #964 por Henry Mompean Orleans-Grimaldi (jonfonpa)
Lição 9: Vencendo as tentações e agradando a Deus

TEXTO ÁUREO
"Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca"

Marcos 14.38




LEITURA BÍBLICA EM CLASSE



Tiago 1.12-18.






12 - Bem-aventurado o varão que sofre a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam.

13 - Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e a ninguém tenta.

14 - Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência.

15 - Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.

16 - Não erreis, meus amados irmãos.

17 - Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança, nem sombra de variação.

18 - Segundo a sua vontade, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como primícias das suas criaturas.


INTRODUÇÃO



O teólogo inglês, Matthew Henry, mostra quão perigosa é a tentação na vida de um servo de Deus: "O melhor dos santos pode ser tentado pelo pior dos pecados". Como não reconhecer essa realidade?

Às vezes somos de tal forma tentados, que almejamos venha o Senhor, e leve-nos de imediato para os céus. Se Ele, porém, o fizer, como haverá de contar com as vozes santas e redimidas que protestem contra a iniqüidade do presente século?

Portanto, lembre-se: vencer a tentação faz parte das disciplinas da vida cristã.


O QUE É A TENTAÇÃO


Mas, afinal, que praga é esta? Que doença vem a ser a tentação que, desde os nossos primeiros genitores, vem comprometendo até mesmo os gigantes na piedade?

Definição.

Oriunda do vocábulo latino tentatione, a palavra "tentação" significa: indução, seja externa, seja interna, que impulsiona o ser humano à prática de coisas condenáveis.

Definição teológica.

Estímulo que leva à prática do pecado. Embora a tentação, em si, não constitua pecado, o atender às suas reivindicações caracteriza a transgressão das leis divinas. Eis porque, na Oração Dominical, ensina-nos o Senhor a clamar ao Pai: "E não nos induzas à tentação, mas livra-nos do mal; porque teu é o Reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém!" (Mt 6.13). (Dicionário Teológico)

O AGENTE DA TENTAÇÃO


Sentindo-se premido pelas dificuldades espirituais que, constantemente, entristecem os seguidores do Nazareno, Thomas De Witt Talmage endereça-lhe esta oração: "Ó Senhor, ajuda-nos a ouvir o guizo da serpente antes de sentir suas presas". Que Satanás é o agente da tentação, não há o que se discutir; a própria Bíblia assim no-lo aponta: "Quem comete o pecado é do diabo, porque o diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo" (1 Jo 3.8).

O tentador.

Nas Sagradas Escrituras, Satanás é o tentador por natureza (Mt 4.3; 1 Ts 3.5). É o grande opositor de Deus e o arquiinimigo do ser humano.

Os nomes do tentador.

Além de tentador, recebe o agente da tentação as seguintes alcunhas nas Sagradas Escrituras: Satanás que, em hebraico, significa adversário (1 Cr 21. 1; 2 Co 2.10,11); Diabo que, em grego, quer dizer: caluniador (Mt 4.1; At 13.10); Homicida e pai da mentira (Jo 8.44); Acusador (Ap 12.10). Ele é conhecido também como o dragão e a antiga serpente (Ap 12.9).

O principal trabalho do tentador.

O trabalho que mais agrada ao maligno é desviar-nos da disciplina da vida cristã. Ele sabe que temos "uma carreira para correr"; por isto, busca, de todas as formas, colocar obstáculos em nosso caminho (Gl 5.7). Não foi o que ocorreu com os irmãos da Galácia? Embora progredissem eles na carreira cristã, caíram no fascínio do adversário e, neste fascínio, acabaram por cair da graça (Gl 3.1; 5.4).

POR QUE O SER HUMANO É TENTADO



Em nossa jornada espiritual, vemo-nos constrangidos a inquirir de nós mesmos: "Se eu aceitei a Cristo, como o meu Salvador, por que sou, ainda, tentado?" Martinho Lutero parece ter encontrado a resposta: "Minhas tentações têm sido minhas mestras de teologia". Não vêm elas, porém, atrapalhar-me nas disciplinas espirituais? Sem as tentações, convenhamos, não existiriam as disciplinas. Por isso, esforça-se o adversário, a fim de nos desviar delas; somente assim, haverá de seduzir-nos com as suas tentações.

O ser humano é tentado por causa da transgressão de nossos primeiros pais.

Se você ler reflexivamente o capítulo três de Gênesis, entenderá a teologia do pecado original. À semelhança de Adão, todos pecamos (Sl 51.5); veio, entretanto, o Senhor Jesus, como o segundo Adão, redimir-nos da morte espiritual, proporcionando-nos um novo nascimento (Jo 3.8). Estando nós, agora, em Cristo, tudo se nos fez novo (2 Co 5.17). Apesar das tentações, o Espírito fortalece-nos para que sigamos, rigorosamente, as disciplinas de uma autêntica vida cristã.

O ser humano é tentado por suas próprias concupiscências.

Leia Tiago 1.14. Eis porque devemos vencer cada uma de nossas concupiscências; estas não provém do Pai; do mundo procedem e para o mundo convergem, causando a destruição dos filhos de Deus (1 Jo 2.16). O consolo é que podemos vencer cada uma de nossas concupiscências (Gl 5.16).

Positivamente considerada, a tentação pode (e deve) impulsionar o santo a ser ainda mais santo.

Afirmou mui oportunamente Frederick P. Wood: 'Tentação não é pecado; é o chamado para a batalha". O Senhor Jesus, embora Deus, foi tentado, como homem, dando-nos um exemplo de que é possível vencer a tentação (Mt 4.1; Hb 2.18). Por conseguinte, não deve a tentação ser considerada pelo crente, como se fora uma oportunidade para pecar; é uma oportunidade para que nos tornemos ainda mais santos (Ap 22.11).


COMO VENCER A TENTAÇÃO


Ponderou alguém, certa feita: "São necessárias duas pessoas para fazer da tentação um sucesso; você é uma delas". A outra, como todos o sabemos, é o adversário de nossas almas. De nada adianta, porém, pôr-lhe a culpa por nossas transgressões; por estas, apenas nós seremos responsabilizados (2 Co 5.10). Todavia, é possível vencer as tentações; os exemplos bíblicos não são poucos.

Orando e vigiando.


A advertência é do próprio Cristo: "Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca" (Mt 26.41). O piedoso F. B. Meyer é enfático: "Cristo não irá guardar-nos se nos colocarmos descuidada e temerariamente no caminho da tentação". Tem você vigiado? Tem orado constantemente? Lembre-se: Não se pode brincar com o pecado; ele não é um brinquedo: é uma serpente prestes a dar o bote contra os incautos (Gn 4.1).
Não dando lugar ao Diabo.Em sua epístola aos efésios, admoesta o apóstolo: "Não deis lugar ao diabo" (Ef 4.27). O que vem a significar esta admoestação? Willard Taylor, do Comentário Bíblico Beacon, é conclusivo: dar lugar ao Diabo é permitir que ele tenha liberdade para "semear atitudes erradas em nosso espírito".


Andando em Espírito e não cumprindo as concupiscências da carne.

Aos irmãos da Galácia, escreveu Paulo: "Digo, porém: Andai em Espírito e não cumprireis a concupiscência da carne" (Gl 5.16). Quem anda no Espírito Santo, não cumpre as concupiscências da carne; e não as cumprindo, como haverá de ceder às tentações?


Guardando a Palavra de Deus no coração.

O salmista, demonstrando quão temente era ao Senhor, confessou-lho: "Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti" (Sl 119.11 - ARA). Em seu comentário do saltério hebraico, Charles Spurgeon assim interpreta este versículo: "A Palavra de Deus deve ser compreendida e retida no coração; ela tem de ocupar nossas afeições e entendimento. Nossa mente demanda ser impregnada pela Palavra de Deus. Somente assim não haveremos de pecar contra Ele".

CONCLUSÃO



Se as tentações são fortes, temos abundantes promessas divinas que nos asseguram: podemos resisti-las com a Palavra de Deus.

Veja quão consoladoras são as palavras do autor da Epístola aos hebreus: "Porque, naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados" (Hb 2.18). E estas de Pedro: “Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos” (2 Pe 2.9).

Por conseguinte, mantenhamos sempre a disciplina da vida cristã, evitando o pecado que tão de perto nos rodeia.

Henry Mompean D’Orléans et Valois
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